Empresa vai investir R$ 1,5 bilhão em Polo Corporativo

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O diretor de incorporação da Porte Engenharia, André Rezende, prevê um investimento de R$ 1,5 bilhão para implantar o polo corporativo no Tatuapé. “Ficará pronto nos próximos quatro ou cinco anos”, declara.”Ao todo, serão mais de 300 mil m² de área construída.”

Terá oito torres que vão da estação do Belém até a Carrão do Metrô. “As áreas já foram adquiridas e estão em fase de aprovação na prefeitura”, afirma Rezende, explicando que não havia um terreno único com a dimensão desejada. “A ideia foi fragmentar os projetos em áreas posicionadas paralelamente à Radial Leste”.

Haverá torres corporativas (com lajes para empresas) e comerciais (com salas a partir de 35 m²), além de apartamentos compactos.”Vamos atender à demanda da região leste, melhorando mobilidade urbana e evitando que jovens migrem para outras centralidades”, diz Rezende prevê uma oferta de 20 mil novos postos de trabalho.

Aprovado em 2014, o Plano Diretor de São Paulo oferece incentivos para construção de prédios e instalação de empresas na zona leste. O plano, segundo Rezende, propõe novo modelo de cidade e lógica da ocupação do espaço urbano.

“As torres em áreas paralelas à Radial Leste ficarão prontas nos próximos cinco anos. Ao todo, serão mais de 300 mil m² de área construída. Vai abrir 20 mil postos de trabalho”, diz André Rezende, Diretor de Incorporação da Porte . “Não importa a natureza do empreendimento, seja residencial, office ou corporativo, todos terão de se adaptar às novas diretrizes”, acrescenta. Na sua opinião, essas regras não inviabilizam novos projetos. “Obrigam construtoras e incorporadoras a adaptar a gestão de seus projetos a uma nova realidade”. Para ele, o novo plano colabora para criação de áreas corporativas. “A cidade, atualmente, possui caráter de centralização, nesse tipo de empreendimento”, avalia, admitindo que as diretrizes são mais rígidas.

“Em contrapartida aumenta consideravelmente o potencial construtivo dos terrenos de eixo de estruturação urbana”, diz, referindo-se aos terrenos próximos aos terminais de transporte público de ônibus, metrô e trem e urbano. Rezende acredita que o adensamento dos eixos promove a vinda do comércio e serviços para as fachadas ativas, também incentivadas pelo Plano Diretor.

Fonte: Estadão SP